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Bem vindas (dos) e (des) ao nosso Jardim

  • Roberta Tschernev Korb
  • 12 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

A Cerâmica do Jardim vem surgindo desde 2014, quando comprei um lote de rosas do deserto pela internet e me vi com inúmeras plantinhas carentes de vasos e cuidados.

Pensei: "o que poderia ser mais legal do que produzir meus próprios vasos?"

Nada, né gente?

Foi aí que iniciei uma verdadeira jornada para chegar no que hoje entendo como uma produção encantada para os jardins alheios rsrsrs....

Essa história de jardim vai tomar dois caminhos lindos que se cruzam em muitos momentos: - o da jardinagem, que vou contar em outro post e o da cerâmica que compartilho agora.

Um dia, acompanhando meu marido, um artista de mãos cheias, numa loja de materiais para artes, decidi explorar os andares do espaço e me deparei com uma aula de pintura em cerâmica. Curiosa, perguntei tudo que eu poderia sobre a técnica. Dias depois, o Patrick apareceu com um endereço de escola de pintura em cerâmica no bairro que morávamos. Lá fui eu aprender...


Contudo, era um lugar muito mais para terapias do que para meu crescimento artístico. Eu queria saber tudo, da onde vinha o esmalte, quem inventou a pintura, queria comprar minhas peças para pintar independente do atelier. Achava a rotina da escola cara demais. A professora não contava nenhum segredinho de como avançar com aquilo mais rapidamente, e eu acabei buscando uma escola de cerâmica de alta temperatura, fui aprender a tornear.

Infelizmente, essa experiência também não deu certo.

Por fim, em 2015, conheci uma outra professora de pintura mais segura, que não tinha medo de dizer como se virar na cerâmica me ensinou vários caminhos para desenvolver meu trabalho e segui com suas aulas por dois anos aproximadamente, até que percebi que tinha esgotado meu tempo ali.

Produzi muitíssimos trabalhos em cerâmica de baixo esmalte, como é conhecida a técnica para queimas de 980 graus.


No final de 2018, fui fazer um cuso de modelagem de canecas em alta temperatura, com uma professora incrível que se tornou uma grande amiga, a Patrícia Henriques, depois fiz mais alguns workshops dela, de pratos, e de escultura.


Passei os anos seguintes aprimorando meus conhecimentos, fazendo works de vários artistas proeminentes do nosso universo cerâmico, tais como nerikomi e produção de placas com a Cibele Nakamura; paperclay com a Darly Pelegrini; instrumentos musicais em cerâmica com Hernan Vargas, do Suena Barro; estampa em cerâmica, com a Carolina Pacini, do Iris Arco; utilitários com a Joana Alveal; cerâmica indigena peruana, com a Llily Panduro, da etnia Shipibo; e os cursos de esmaltes para alta temperatura com o Minoru, do SENAI; e introdução aos esmaltes vidrados com Rubens Pella.


Chegamos até aqui. Eu estudando muito e o Patrick (autodidata) absorvendo tudo aquilo por tabela. Foi uma senhora jornada. Mas não me canso de aprender e ainda vou fazer muitos e muitos cursos para me aprimorar.


Você deve estar se perguntando sobre as rosas do deserto, não? Mas esse tema vai ficar para o próximo post....






 
 
 

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